Projeto Indect: O Plano Big Brother Europeu
Igreja Batista não deixa Dr Pedroza fazer palestra
Bairro Piabetá, município de Xerém, Duque de Caxias – Rio de Janeiro.
Por volta das 14:30hs chegamos à Primeira Igreja Batista Renovada onde seria realizada uma palestra com o Dr. José Renato Pedroza.
Para quem não conhece o Dr. Pedroza, ele o precursor no Brasil sobre assuntos referentes à maçonaria.
Nesta palestra seriam abordados temos como: maçonaria, sociedades secretas, seitas, nova ordem mundial, iluminati, ou seja, assuntos referentes ao ocultismo dentro das igrejas (templos), governo e sociedade.
Dr. Pedroza ao chegar ao templo da Igreja Batista Renovada fora recepcionado por alguns irmãos e em seguida dirigiu-se até o escritório do “pastor” deste templo, ficando ali em conversa por mais de uma hora.
Esperávamos ansiosos o início da palestra, pois, para muitos como eu seria o primeiro contato direto e pessoal com o precursor destes assuntos (MAÇONARIA) no Brasil.
Fizemos amizades, conhecemos pessoas fantásticas, trocamos e-mails, telefones (como de praxe) em nossos encontros.
Pois bem, depois de muito aguardar o início da preleção, sai o Dr. Pedroza do escritório do “pastor” e para nossa surpresa não se dirigiu ao púlpito, mas coloca-se de joelhos em oração no banco. Enquanto isso, o “pastor” responsável faz algumas menções: Pede desculpas por não poder ser realizada a palestra devido o grau de comprometimento e envolvimento que se daria a partir do momento que nomes fossem citados (pastores maçons).
Obs.: Falar sobre maçonaria requer falar de maçons (naturalmente) e consequentemente revelar seus nomes, ou seja, Silas Malafaia, Edir Macedo, etc, etc, etc...
Ao levantar-se após terminar sua oração, Dr. Pedroza pede uma oportunidade para falar aos irmãos do porque está sendo impedido de palestrar. Para nossa surpresa o pastor diz: “Você pode pregar tudo, menos dar os nomes dos maçons”. Ou seja, pedido negado.
Não sei se por medo ou por receio de perder suas ovelhas e consequentemente dízimos e ofertas não deu-se a palestra. Assim sendo, não deram sem sequer uma oportunidade para o que o Dr. Pedrozadesse uma justificativa.
Cabisbaixo e triste, Dr. Pedroza deixa o templo sendo seguido por vários irmãos.
Deixamos o templo sem entender a postura daquele “pastor”. Estávamos surpresos!
Pensávamos que o Dr. Pedroza iria entrar em seu carro e seguir seu caminho, ele abriu a porta malas, pegou alguns DVD´s (sobre maçonaria) e distribuiu a todos os presentes ali na rua, sim na rua!
Tinham ali alguns poucos irmãos reunidos, por volta de trinta pessoas. Ficamos reunidos até ao anoitecer (19:30hs). Lembramos da igreja verdadeira (PRIMITIVA), todos reunidos nas ruas.
Falar a verdade exige um preço. Esse preço tem que ser pago, nem que isso lhe custe à própria vida.
Isso é o que tem feito o irmão Dr. Pedroza. Homem de coração puro, grande, bondoso, verdadeiro e sincero, corajoso e valente. Pois, para enfrentar a maçonaria tem que ser despojado.
Conhecer esse homem foi simplesmente um privilégio, uma honra que poucos terão. Dr. Pedroza é um ser humano fantástico.
Porém, é com pesar que não posso dizer o mesmo do “pastor” dessa igreja (templo), pois, para defender sua posição, seu título, seu dinheiro, comportou-se como um covarde, foi omisso, um profeta calado.
Pergunto: A troco de que “pastor” o senhor não permitiu que fosse realizada a palestra? Por ordem de quem? O senhor teve medo de quem?
A verdade é que a maçonaria manda e desmanda.
Para ser “pastor” tem que seguir as ordens e o sistema imposto?
Parabéns “pastor”, diante de nós o senhor comportou-se como um covarde. E diante de Deus?
Isaías 56.9-12
9. Vós, todos os animais do campo, todas as feras dos bosques, vinde comer.
10. Os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; sonhadores preguiçosos, gostam de dormir.
11. Tais cães são gulosos, nunca se fartam; são pastores que nada compreendem, e todos se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, todos sem exceção.
12. Vinde, dizem eles, trarei vinho, e nos encharcaremos de bebida forte; o dia de amanhã será como este e ainda maior e mais famoso.
Cristo cósmico e a Rainha dos Céus invadem a Igreja Universal
Um dos alicerces da nova ordem mundial de Baha’u’llah é fazer com que os cristãos prestem culto ao número nove usando a Bíblia de forma errada. Para isso, é necessário que falsos cristãos como Edir Macedo curvem-se as leis de Baha’u’llah, nesse caso aos seus mandamentos escritos no Kitáb-i-aqdas (simbolo do Apocalipse 5) descrito abaixo:
29. Dize: Este é aquele conhecimento oculto que jamais há de mudar, pois inicia-se com o nove, o símbolo que representa o Nome oculto e manifesto, inviolável e inacessivelmente excelso (…) Os sinceros entre os Seus servos hão de considerar os preceitos (..) como a Água da Vida para os seguidores de todas as crenças …”
Como vimos acima, Baha’u’llah diz que esse mandamento é para os seguidores de todas as crenças. A nova insanidade de Edir Macedo está fazendo exatamente isso misturando ritos católicos e afros.
Na sexta feira dia 08/10/10, a IURD está começando o ritual de magia branca denominado – novena do desmanche, uma mistura de várias crenças, tal como Baha’u’llah ordenou aos seus servos. São nove sextas-feiras de magia branca. Os pastores também contam com ajuda de sensitivas espirituais para “desfazer” o trabalho.
O cruzamento da novena católica com o desmanche da umbanda levam ao culto à entidade Oiá, mais um dos nomes da Rainha dos céus.
Conta uma das mitologias umbandistas Ogun tocou Oiá (ou Oyá) com sua vara mágica de ferro e ela foi dividida em nove partes (alguns chamam de filhos) recebendo o nome de Iansã.
Outra lenda conta que ela se transformou em búfalo e matou seus opositores, deixando apenas os seus nove filhos vivos. É por isso que essa seita também possui a corrente do corpo fechado.
Se esse monstro realmente seguisse a Bíblia, bastava dizer para o demônio calar a boca e sair; e isso sem mais rodeios místicos:
E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele. (Marcos 1 : 25)
Superbactéria matou dezoito pessoas em dez hospitais do Distrito Federal por infecção hospitalar
Surto de infecção por micro-organismo resistente a antibióticos pode ter contaminado mais 108 pacientes
O surto relacionado em Brasília não tem relação com a nova superbactéria, originária do Sul da Ásia e que provocou a primeira vítima em agosto, embora as duas tenham a mesma origem. São mutações de uma bactéria conhecida há tempos, a Klebsiella pneumoniae. "No caso do DF, ela passou a produzir uma enzima, que a torna resistente aos tratamentos comumente usados", disse Borba.
A secretaria de Saúde afirmou que cirurgias continuam sendo feitas nos hospitais. As medidas de vigilância foram reforçadas e pacientes com suspeita da doença passaram a ser cuidados exclusivamente por um grupo reservado de profissionais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O cérebro do roubo do cofre
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A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra das Minas e Energia: só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armamentos em unidades do Exército no Rio de Janeiro |
No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado.Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia. O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares.
O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora "o maior golpe da história do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. "Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.
"A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. "Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subversão". Dilma passou três anos encarcerada em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura.
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O capitão Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda armada no Brasil, e Iara Iavelberg, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Com Lamarca, Dilma Rousseff polemizou sobre os rumos da guerrilha, numa famosa reunião realizada em Teresópolis. Com Iara, ia à praia, falava de cinema, e tornaram-se confidentes |
A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro. Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades. Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff.
A divergência com Carlos Lamarca não impediu Dilma de manter uma sólida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com quem o capitão manteve um tórrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hospedá-la em seu apartamento, no Rio. Juntas, iam à praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Nos três anos que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos em troca da libertação de autoridades seqüestradas — mas a ação que renderia sua liberdade foi malsucedida. Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Araújo, Dilma Rousseff não lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrás, embora exiba a mesma firmeza. "Ela é uma mulher suave e determinada", diz a jornalista Judith Patarra, autora do livroIara, que conta a trajetória de Iara Iavelberg (1944-1971). "Quando a vi na televisão, percebi que Dilma continua a mesma. É uma mulher espetacular e será uma sargentona no governo. Ela não é mulher de meio-tom", resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.