A bola Jabulani sendo tratada como uma divindade

A África do Sul é o lugar do mundo onde a bola que pega fogo não é apenas a que chamam de "sol". A de nome Jabulani, também, mais conhecida como "bola da Copa". Pois Jabulani anda com as orelhas quentes, fervendo, queimando.

“Você vai chutar ou cabecear e a bola muda, se meche. Essa bola é sobrenatural, não é possível”, define o craque Luis Fabiano.

“A bola é horrível, muito ruim. Parece com aquelas bolas que se compra em supermercado”, compare o goleiro Julio César.


Mas existe um local da África do Sul em que Jabulani não é só "falada", mas escrita, com todas as letras. É um bairro do distrito de Soweto. Se a bola desse uma voltinha por lá, poderia arejar a cabeça, levantar a abalada autoestima antes da Copa.

Não foi tão simples. Tivemos que pegar Jabulani pela mão e ainda apresentá-la para os jabulanenses.

"Não acredito. É a bola da Copa. Não pode ser a oficial, é de verdade mesmo?", perguntou o primeiro a tocá-la.

Mas logo veio quem a reconhecesse e a tratasse como um presente, a beijasse e a partilhasse, como se fosse uma taça que ninguém deixa cair.

Quem caiu para segundo plano e não gostou foi a namorada de um dos jogadores. Mas ele não ficará com a bola por muito tempo. Jabulani não resistirá às cantadas dos muitos concorrentes.

Para quem joga diante do lixo, é um luxo jogar com a bola oficial da Copa do Mundo de 2010. Em Soweto, na África do Sul, onde viveu Nelson Mandela, os campos de pelada são muito semelhantes aos das comunidades do Brasil, onde muitos jogadores da seleção brasileira pisaram quando eram crianças.

O jogo só podia ser uma pedreira em Jabulani. Brasil e Argentina na final do campeonato das escolas públicas de Soweto.

Com os afrobrasileiros demonstrando precisão no chute a gol e firmeza na defesa, sorte deles Dunga não estar por perto.

O segredo da vitória era conquistar Jabulani, que a essas alturas já estava se "sentindo", com tanta gente pegando no pé.

A estratégia do Brasil de Soweto foi fazer de Jabulani uma dama, tratar com carinho e cavalheirismo sem limites. Mas exageraram na dose. Fazendo Jabulani relembrar o lugar para onde os jogadores queriam mandá-la.

Sobrenatural é ter que compartilhar o escanteio com quem está catando lixo, ter que comemorar com a torcida da imaginação, fazer gol e estufar o mato. Jabulani ter o poder de desaparecer e ressurgir.

Sobrenatural é os argentinos darem chapéu, vencerem por 3 x 1 e desfilarem como campeões da Copa escolar. Faltaram até palavras para as hermanas sul-africanas “hablarem”.

Mas quem torcia pelo Brasil não perdeu o rebolado, porque sobraram boas notícia de Jabulani. O atacante Kalu disse que Jabulani vai ser boa para Luis Fabiano e também para Robinho e Kaká, porque a Jabulani é confortável, veloz, suave e leve.

Mais forte depois de ter sido pisada e recuperado a autoestima, Jabulani está pronta para carregar a Copa nas costas. Agora é esperar para saber qual seleção Jabulani vai convidar para a festa que leva o seu nome, que significa "celebração".

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Jabulani



Jahbulon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Jahbulon ou Jabulon é uma palavra que foi utilizado para representar o nome inefável de Deus, em algumas sociedades como a Maçonaria e a Ordo Templi Orientis.

A palavra Jahbulon também é representada em outras formações como Yahbulon ou Jao-Bul-On ou Jah-Buh-Lun ou Jah-Bul-Lun ou Jah-Bel-On.

Foi utilizado historicamente, em alguns rituais do grau de Arco Real, no Rito de York, segundo Duncan; e de acordo com Francis X. King, também é utilizada nos rituais do Ordo Templi Orientis, visto que Aleister Crowley teria contato com vários grupos clandestinos maçônico.

Tem havido muita discussão sobre a origem e o significado desta palavra. Não há consenso mesmo entre os pesquisadores maçônico quanto ao referido nome. Há estudiosos maçônicos que apresentam palavra pela primeira vez no século XVIII no ritual do Arco Real, do Rito de York, como o nome de um explorador alegórico pesquisando as ruínas do Templo do Rei Salomão; há enciclopedista maçônico que afirma que a formação trissílaba é apenas para expor e esclarecer sobre o tetragrama, e defende que Bel seria um nome descritivo para Deus em hebraico; já autores ex-maçons têm alegado que seria um maçônico nome de Deus, outros autores não maçons defendem que seria o secreto e não revelado nome de quem seria um único "Deus maçônico".

Origem do nome

Segundo o historiador maçom Arturo Hoyos, a palavra Jahbulon foi primeiramente usada em 1700, na França antiga, no grau do Arco Real. Conforme Paul Naudon, seria a relação a uma alegoria maçônico na qual Jabulon era o nome de um explorador vivendo durante o tempo de Salomão que descobriu as ruínas de um templo antigo. Segundo as explicações de Hoyos e de Morris, dentro das ruínas o explorador encontrou uma placa de ouro sobre a qual o nome de Deus (Jeová) foi gravado, contudo salientam, os autores, que em momento algum, da simbólica representação, é feita ligação entre o nome do explorador e o nome de Deus. Afirmam que, como existem variantes deste ritual, diferentes formas do nome do explorador também são encontradas além de Jabulom, como Guibulom.

O Masonic Information Center, publica o pensamento que a palavra é provavelmente derivado de Giblim, de 1 Reis 5:18 referente a palavra gebalitas ou giblitas ou "homens da cidade de Biblos"; e, segundo Hoyos, devido a "uma má interpretação das letras em hebraico", teria havia a concepção "trinitária" para o nome.

Na nota de rodapé da página 250, o Duncan Monitor cita o The Insignia e apresenta a PALAVRA (assim escrita na forma versalete), trabalhadas antes, na Inglaterra.

250:1 A PALAVRA do Grau de Arco Real, como trabalhada em Inglaterra, é Jao-Bul-On.

Macrobius, em sua Saturnália (lib. i. 18), diz que ele foi um axioma admitido entre os pagãos, que o triliteral JAH, ou melhor ΙΑΩ, era o sagrado nome do Supremo Deus. E o oráculo Clarian, o qual foi de primórdios desconhecido, sendo perguntado qual dos orixás foi batizado ΙΑΩ, respondeu nestas memoráveis palavras:

" 'Os iniciados estão obrigados a ocultar os misteriosos segredos. Saiba tu, que ΙΑΩ, será o Grande Deus Supremo, que regerá sobre todos'.

"Agora parece por acaso, que no gema dos primeiros cristãos, encontramos estas mesmas letras, ΙΑΩ, que são uma abreviatura do nome de JEOVÁ, usado como um monograma de expressar o nome do Salvador da humanidade, que foi assim representado - como era existente antes do tempo, e como deve existir quando o tempo não mais [existir]. Em primeiro lugar, foi aprovada pela Igreja oriental, e significou Ιησους, Αλφα Ομεγα, Jesus, Alfa Omega, ou em outras palavras: Jesus, o Primeiro e o Último. " - (The Insignia of the Royal Arch , p. 32.)

A Arco Real Palavra estaria perfeitamente em consonância com o Grau, e com as características gerais de construção da maçonaria, deveria ser uma tríade, não só de sílabas, mas também das letras. Nossos irmãos transatlântico teriam visto em sua verdadeira luz; mas eles têm corrigido o erro ignorantemente. Ela deveria ter sido, se o princípio de sua construção tivesse sido autorizada, a ortodoxa:

The Insignia of the Royal Arch , p. 34. Isso quer dizer, em vez de JAO-BUL-ON, or JAH-BUH-LUN, o Dr. Oliver sugere:

Siríaco Caldeu Hindu
JAO, BEL, AUN
JAH. BUL. AUM.

Para a página 15 do The Insignia, ele escreve assim:

"Mas o Grau Arco Real é fundada sobre o número três, e, portanto, cada membro da palavra deveria ter sido triliteral. Entre os sírios, os caldeus, os fenícios e outros, o inefável nome da Deidade foi Bel, Bal, Bul, Baal, ou Belin.... Mais uma vez, os egípcios e hindus reverenciavam On ou Om, isto é, Aun, ou Aum, como o nome da sua governadora Deidade" .

E veja o Historical Landmarks , vol. ii. p. 549:

"Um diz que foi Jau, um outro acha que foi Jaoth, um terço, Java; outros, Juba, Jao, Jah, Jehovah, e Jove. Numa palavra, as letras do nome são perecíveis, bem como a pronunciação breve, mas o Ser existente por si só é inefável, incompreensível, e merecedor da nossa maior veneração. Ele foi chamado pelos romanos Jove, ou Jah; pelo caldeus, os fenícios, e os celtas, Bel ou Bul; e pelos índios, egípcios, e gregos, Om ou On ".


O nome Jahbulon gerou controvérsias periféricas sobre religião e maçonaria

A revelação desse nome fez surgir muita oposição para o que seria ou não o caráter religioso da maçonaria. Os críticos afirmam que isso seria a indicação de um Deus maçônico e que ainda que negassem os maçons haveria uma inclinação religiosa da Sociedade. Por sua vez, os defensores do caráter não religioso da maçonaria apresentavam quase sempre a afirmação de que "Não existe um Deus maçônico separado (exclusivo)". Essa frase, muito repetida por diversos sites maçons, deve seu crédito a Giuliano di Bernardo, autor que melhor defendeu esse pensamento em Filosofia da Maçonaria, e copiada pelos demais autores, muitas vezes, referindo-se ao caráter não religioso da maçonaria.

Di Bernardo fez uma notável defesa de tese para demonstrar que a maçonaria especulativa, "estado atual da maçonaria", não é uma religião. Di Benardo, Grão-Mestre do Grande Loja Regular da Itália, explica que a maçonaria operativa é uma religião, visto que "o Deus da maçonaria operativa é o Deus cristão ontologicamente interpretado. Maçonaria tem, portanto, uma religião que é apenas a religião cristã. Desde que ela se identifica com a religião cristã, por causa da definição dada, não é uma religião. Maçonaria tem uma religião, mas não é uma religião".

O seu pronunciamento é mais profundo e bem elaborado, e segue:

"A situação muda radicalmente quando entram na fase da maçonaria especulativa, o que coincidiu com a sua moderna origens. A admissão à Loja de aceitação, que é de homens que não foram dedicados à construção das catedrais material, expressa a necessidade de universalização maçônica. Essa é uma necessidade reconhecida pelas Constituições de Anderson, que inicia um processo de descristianização da maçonaria. No entanto, este processo não tem de ser interpretada como a renúncia da religião, mas sim como a abertura a todas as religiões".

"Anderson, por conseguinte, substitui a religião cristã, expressão de uma particular, com a religião universal de deísmo. Ele não faz nada, mas substitui uma religião com outra religião, sendo que ambos têm de ser interpretadas no seu sentido ontológico. Desde o Deus do deísmo não identificar-se com uma religião, segundo a definição acima, ele é o Deus maçônico. Assim maçonaria não tem apenas uma religião, mas é uma religião em si".

Apesar negar uma formação teológica para a maçonaria, apresenta contudo um conceito teológico que melhor explica a ambigüidade do tema, para demonstrar que apesar que mesmo apresentando um "maçônico Deus", esse Deus maçônico refletirá alguma forma deísta, portanto, a maçonaria pertencerá ao deísmo e aos seus conceitos, não tendo um Deus próprio fora do deísmo, logo não tendo um "deus maçônico" exclusivo.

Apesar de muito copiado e repetido o ensinamento de Giuliano, sua exposição não nega a existência de um "macônico Deus". Sua exposição aponta para a não existência de um "maçônico Deus exclusivo", pois sempre haverá credos que o contenham, e nas suas próprias palavras a "maçonaria não tem apenas uma religião, mas é uma religião em si".

Todo esse assunto em torna da existência do que seria um possível deus exclusivo, secreto e desconhecido, não revelado a profanos, segundo a opinião de críticos, levou à condenação e debates acerca da maçonaria por vários grupos religiosos.

Natanael Rinaldi, pastor e pesquisador do ICP, em "A maçonaria é uma religião?", afirma:

O primeiro e principal dever de cada loja maçônica, de acordo com a determinação do art.17, letra a, da Constituição do Grande Oriente do Brasil, é este: "observar cuidadosamente tudo quanto diz respeito ao espírito e à forma da instituição, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição, as leis e as decisões dos Altos Corpos da Ordem".

Antes de qualquer coisa, vamos analisar o que é religião. No Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, temos a seguinte definição: "culto prestado a uma divindade…". Essa definição encaixa-se perfeitamente bem com as palavras de Rizzardo da Camino, 33º grau maçônico, autor de mais de quarenta livros: "O maçom, dentro do templo maçônico, através da liturgia, cultua o grande arquiteto do universo". Com isso fica provado que o que acontece dentro da loja maçônica nada mais é do que um culto de adoração a uma divindade, ao Grande Arquiteto do Universo (G.A.D.U.).

Existe um sistema de adoração dentro das lojas, conforme as palavras do maçom Carl H. Claudy: "As lojas da maçonaria são construídas para Deus. Simbolicamente, ‘construir para Deus’ significa edificar algo em honra, adoração e reverência a Ele. Mal o neófito entra no Portão Ocidental recebe a impressão de que a maçonaria adora a Deus" Vejamos ainda o que diz o importante autor maçônico Henry Wilson Coil, em sua Enciclopédia Maçônica: "A maçonaria certamente exige a crença na existência de um Ser Supremo, a quem o homem tem de prestar contas e de quem depende. O que a igreja pode acrescentar a isso, exceto levar o indivíduo à comunhão com aqueles que tenham os mesmos sentimentos?… É exatamente isso que a Loja faz".

Como a maçonaria exige a crença no Grande Arquiteto do Universo e na imortalidade da alma para que o candidato se torne maçom, isto se torna uma grande evidência de que essa entidade é religiosa e possui um credo ou uma doutrina. Na cerimônia de admissão e a cada passagem de grau são feitos juramentos que nada mais são do que promessas ou profissões de fé no Grande Arquiteto do Universo e na fraternidade maçônica.

Controvérsias em torno do nome

Há autores que discorrem sobre a existência desse nome atribuído a Deus, afirmando que seriam divindades secretas, reveladas por ex-maçons que trouxeram ao conhecimento da sociedade somente depois da sua retirada da maçonaria, visto que seus livros não eram vendidos para não maçons em tempos antigos. A morte de seus autores e o fato de seus escritos terem entrado em domínio público foi gradualmente abrindo as portas de um conhecimento outrora reservado a sociedade maçônica, o que causou muitos desgastes e discussões entre maçons e ex-maçons. Sobre o nome Jahbulon, nem mesmo entre maçons, não há unanimidade, visto que enquanto alguns refutam, mesmo autores maçons referem-se ao nome Jabulon como uma revelação do nome de Deus, sem reservas.

Outro autor que promove a visão de que a maçonaria tem o nome Jahbulon como o Deus maçônico, ou sua denominação peculiar é o Rev. Ankerberg

Hoyos critica e afirma que as alegações de Ankerberg não são originais e que Stephen Knight, autor de A Irmandade, já apontava para a existência desse nome para representar a Deus na maçonaria A afirmação seria de que um "deus" adorado na maçonaria seria a combinação de "Jeová-Baal-Osiris.".

Hoyos afirma que tal alegativa "soa" por demais "sensacional". Apesar do conhecimento sobre esse nome para o leitor leigo ser desconhecida, Walton Hannah já havia publicado sobre esse assunto em 1952, bem como Hubert S. Box, no mesmo período.

Stephen Knight, discorre da seguinte forma ao falar do nome Jahbulon:

"No ritual de exaltação, o nome do Grande Arquiteto do Universo é revelado como JAH-BUL-ON - não um termo geral aberto a qualquer interpretação de que um maçom poderá escolher, mas uma precisa designação que descreve um ser sobrenatural específico – uma composição da composta divindade, composta das três distintas personalidades fundidas em uma".

Ankeberg afirma se tratar de um "nome secreto de Deus" revelados no Rito de York, Grau do Real Arco (o Sétimo Grau); ou no Rito Escocês, Real Arco de Salomão, o Décima Terceiro Grau, às vezes chamado Cavaleiro do Real Arco (de Enoch).

No Supremo Grande Capítulo de Maçons do Real Arco, pode-se ler sobre a importância da inefável palavra que somente pode ser recebida no Real Arco.

O Grau do Real Arco era tão importante para a Maçonaria que no Act of Union [Ato de União] firmado entre as duas Grandes Lojas rivais – que deram origem a Grande Loja Unida da Inglaterra, em 1813 – ficou estabelecido um solene landmark:

"A Maçonaria Antiga e Pura consiste apenas de três graus, a saber: o Aprendiz, Companheiro e Mestre, incluindo a Suprema Ordem do Sagrado Real Arco."

Este Landmark jamais foi alterado e até hoje, nenhum outro grau foi reconhecido oficialmente pela Grande Loja Mãe e todo rito, sistema ou grau adicional da Maçonaria não pode conferir seus graus a um Mestre Maçom até que ele tenha recebido o Grau do Real Arco. Naturalmente, é como deveria ser, porque nenhum homem se torna Mestre Maçom completo até que ele tenha encontrado a Palavra e ela somente pode recebida no Real Arco!

Hoyos rebatendo a afirmação de Ankeberg diz:

"É verdade que uma palavra semelhante é encontrada em algumas versões destes graus (lembrando que rituais maçônicos variam em todo o mundo), mas não é um Deus secreto, ou um nome secreto de Deus. Pode ser considerada uma má lingüística tentativa de apresentar o nome de Deus em três idiomas, tais como "Dios-Dieu-Gott."

O autor Arturo de Hoyos critica Ankerberg de não conhecer o contexto destes rituais, e afirma que "os dois nomes nunca são equiparados", já Ankeberg, em contrapartida, apresenta o ritual contido no Duncan Monitor como uma equiparação ao nome de Deus.

Abaixo segue o contido no Duncan Monitor:

"Eles então equilibrar três vezes três, elevando a mão direita com alguma violência enquando da esquerda para baixo. As mãos direitas são levantadas acima das suas cabeças e as palavras, Jah-buh-lun, Jehovah, Deus, são ditas num suspiro baixo, cada companheiro pronuncia as sílabas ou letras alternadamente".

Nos ritual descrito no Ritual Maçônico e Monitor Duncan, 1866, os três componentes unidos as mão direita com direita e esquerda com esquerda passam a pronunciar de forma alternada as sílabas da "palavra de passe" jah - bul - on - je – ho - vah no reconhecimento da sua entrega ao Grau do Arco Real. Três maçons ficam numa posição em que as mãos direitas de cada componente ficam unidas e elevadas com violência, enquanto as mãos esquerda ficam unidas abaixo no centro da formação, e a pronunciação lhes faltam, no esforço respiratório da repetição silábica alternada e das mãos elevadas com força, provocando uma certa dificuldade na respiração.

Eles então equilibram três vezes três, elevando o lado direito com alguma violência sobre a esquerda abaixo. As mão direitas, em seguida, são levantadas acima de suas cabeças, e as palavras Jah-buh-lun, Jehovah, G-o-d, são dadas em baixo suspiro. cada companheiro pronunciando as sílabas ou letras alternadamente"

No mesmo escrito de Duncan, a palavra Jehovah seria uma combinação de nomes sagrados, Jah, Bel e On, e sua apresentação separada seria a forma corrompida do nome Jehovah, bem como faz uma semelhante analogia para Aum, o inefável nome de Deus que seria a união de Brahma, Visnu e Shiva. Abaixo transcreveremos o que está contido no Ducan Monitor:

226:1 Este inefável nome (em ÍNDIA) foi Aum, que, na sua forma triliteral, foi significativo do criativo, mantenedor, e poder destruidor, que é do Brahma, Visnu, e Shiva .-- Lexicon, p. 146.

JEHOVAH. Das variedades deste sagrado nome na utilização dos recursos entre os diferentes povos da terra, três merecem a atenção especial do Real Arco Maçon:

1. JAH. Este nome de Deus é encontrado no Salmo 68:4

2. BAAL ou BEL. Esta palavra significa um senhor, mestre, ou o possuidor, e por conseguinte não foi aplicada por muitas das nações do Oriente para designar o Senhor de todas as coisas, o Mestre e do mundo.

3. ON. Este era o nome pelo qual era JEHOVAH era adorado entre os Egípcios.

Tenho feito estas observações sobre os três nomes de Deus em caldaico, siríaco e egípcio, Baal, Jah, e On, na expectativa de que os meus Arco Real Companheiros irão reconhecê-los facilmente em uma forma corrompida .-- Lexicon.

Em um artigo sobre a palavra "Bel", o enciclopedista maçônico Albert Mackey faz uma explanação sobre esse nome unido ao nomes Jah e On, da seguinte forma:

[Bel], com Jah e On, foi introduzida no Real Arco como um representante do Tetragramaton [aqui o autor se referindo as letras hebraica YHWH ou JHVH, ou seja, "Jehovah"], o acompanha e que às vezes, ignorantemente, dela têm sido feitos palavra para desviar.

Na sessão do Grande Capítulo Geral dos Estados Unidos, em 1871, este erro foi corrigido, e enquanto o Tetragramaton foi declarada ser a verdadeiro omnific palavra, os outros três foram autorizadas a ser mantidas como meramente explicativo (explanatory .

William Gesenius equiparara Bel com palavra Baal, o nome de uma divindade fenício, e também uma palavra hebraica que significa "senhor" ou "mestre"" e baseado nessa citação de Gesenius, Hoyos defende que tal nome, quando faz parte de um outro nome, poderia ser usado para identificar Jeová.

Um filho de David, por exemplo, é chamado tanto Eliada, "Deus sabe" (2 Samuel 5:16), e Beeliada, "Baal sabe" (1 Crônicas 14:7).

Outro homem, que era um amigo de David, foi nomeado Bealiah (1 Crônicas 12:5), significando "Jeová é Baal" ou "Jeová é o Senhor." (64) Depois de ganhar uma vitória sobre os filisteus, David denominou a localização de Baal-Perazim (2 Samuel 5:20; 1 Crônicas 14:11), o que significa, "Senhor das aberturas de brechas".

Referenciando as explicações de William Gesenius, tem-se o Conciso Dicionário de Palavras na Língua Hebraica, (Concise Dictionary of the Words in the Hebrew Language), onde James Strong diz que Bealiah (palavra #1183) é composta das palavras hebraicas ba'al (palavra # 1167) e yahh (palavra #3050). As referência bíblicas dadas por William Gesenius, ao leitor leigo, pode parecer errônea nalgumas traduções bíblicas, e podem melhor serem observadas na Bíblia King James. A King James inclui uma nota que traduz Baalperazim como sendo a planice de rupturas de brechas.

Defende Hoyos que On, tem significado "Jeová, poderoso Senhor" ou "Jeová, o Senhor, o EU SOU." Explica que:

A mais significativa aplicação é encontrado na Septuaginta, uma antiga versão grega do Antigo Testamento, onde Deus anunciou-se a Moisés, com a expressão ego eimi ho On, "Eu sou o Ser" (Êxodo 3:14).

As palavras ho On significa "O Ser", "O Eterno" ou "O EU SOU." No Novo Testamento grego as palavras ho On aparecem no Apocalipse 1:4, significando "o que É."

"Alguns rituais do Arco Real Inglês sugerem que a sílabas significava "Senhor no Céu, o Pai de Todos", enquanto alguns rituais americanos observaram que as vogais em Jah-Bel-On, adicionadas às quatro letras que soletram o nome do Deus em hebraico (YHWH ou JHVH : Yud, heh, VAW, heh), renderam a pronunciação em inglês "Jehovah", mais do que as vogais da palavra hebraica Adonai foram combinadas com as quatro consoantes para produzir "Jahovah."

Ordo Templi Orientis

De acordo com Francis X. King em The Secret Rituais da OTO, a palavra é usada em dois rituais do Ordo Templi Orientis: a Lodge da Perfeição, no qual o candidato recebe o Quarto Grau que é chamado Mágico Perfeito e Companheiro do Santo Real Arco de Enoque); e o Iniciado Perfeito (ou Príncipe de Jerusalém), que se inscreve entre os quarto e quinto graus. King edita, em seu livro a letra de uma canção que menciona a palavra "Jahbulon."

Como o Simples Maçom
Ferramenta do Templo, Vê-la de pé!
Príncipes de Jerusalém,
Como zombaremos e escarneceremos!
Boaz quebrado,
Jaquim desaparecido,
Livremente falado
Jahbulon,
Todos acima
É derrubado
Para o amor
De Babalon.

Jerry Cornelius escreveu que Grady McMurty, Califa OTO, acreditava que houve alguns erros e omissões na versão de Francis King do rituais Especificamente, McMurtry estava preocupado com a omissão de um documento relativo à IX ° No entanto, segundo a Cornelius, McMurty considerado o livro suficientimente acurado para ser usado para iniciações

Jahbulon no Movimento Rastafari

Tem sido sugerido que a Rastafari palavra para Deus, Jah, vem do termo Jahbulon. William David Spencer, em Dread Jesus (ISBN 0-281-05101-1), propõe que Archibald Dunkley e Joseph Nathaniel Hibbert estavam entre os pregadores que inspiraram o movimento Rastafari, e que ambos eram membros da "Antiga Ordem Mística da Etiópia", derivada da ordem fraternal Prince Hall Freemasonry. Spencer acredita que várias características do movimento Rastafari derivam desta Loja, incluindo o nome de "Jah", derivado palavra Jah-Bul-On.

Exemplos de interpretações da palavra com base em suas sílabas

De acordo com o Rev. Canon Richard Tydeman, em uma alocução para o Supremo Grande Capítulo da Inglaterra, em 13 de novembro de 1985, explica-nos que a palavra é um composto de três termos hebraico:

  • יה (Yah, EU SOU, o que indica eterna existência),
  • בעל (bul, no alto, no céu) e
  • און (On, força); pronunciando três aspectos ou qualidades de Deidade, a saber, Existência Eterna, Transcendência, e Onipotência; e equacionando a "O Deus Verdade e a Vida - Altíssimo - Todo Poderoso"

De acordo com Stephen Knight, seguindo Walton Hanna, a palavra é um composto dos nomes de três deuses adorados no antigo Oriente Médio. Cada sílaba do "inefável nome" representa uma pessoa desta trindade JAH = Jahweh, o Deus dos hebreus BUL = Baal, o antigo deus Cananeu da fertilidade associada com "licenciosos ritos de mágica imitativa" ON = Osíris, o deus do submundo do antigo egito. "

  • Jah ( Senhor)
  • Baal
  • On, um nome em Gênesis na Bíblia (em "Potifar sacerdote de On"), sugerido por tempos mais antigos em ser um nome referente a Osíris, mas recentemente sugerido como nome da cidade de Heliópolis.

Defesa maçônica quanto ao diversificado uso

Grande parte do material disponível que discute a palavra Jahbulon não aborda a organização administrativa e distinções jurisdicionais entre os órgão da maçonaria. Real Arco Maçonaria é um órgão da maçonaria. Em algumas áreas, faz parte do Rito York, e noutros, é um órgão independente. Para ser elegível para aderir deve ser primeiro um Mestre Maçon. A administração do Real Arco é totalmente separada da administração da Maçonaria. Mais importante, toda organização maçônica é soberana apenas na sua própria jurisdição, e não tem qualquer autoridade em qualquer outra jurisdição. Isto significa que não existe qualquer padronização com relação às palavras, sinais, toques, ou qualquer outro maçônico "segredos".

Críticas a palavra e seus usos

  • Walton Hannah afirmou, em seu livro Darkness Visible que a interpretação que Jabulon foi um nome para Deus de um alegadamente perturbado Albert Pike, o Soberano Grande Comendador da Jurisdição do Sul do Rito Escocês, que, quando ele ouviu o primeiro nome, chamou-lhe uma "mestiça palavra" parcialmente composto de uma "apelação do Diabo".
  • A Igreja da Inglaterra em relatório sobre a compatibilidade da Maçonaria e Igreja chegou a conclusões de oposição baseado em seis pontos. Um desses pontos foi a interpretação para o Jahbulon de Knight: "JAHBULON, a descrição do nome de Deus, que aparece em todos os rituais é blasfemo, porque é uma amálgama das divindades pagãs. Com efeito, a utilização do termo está tomando o nome do Deus em vão."
  • A interpretação da palavra como discutido por Knight levou algumas igrejas para incluí-la na sua justificação de objeções à Maçonaria. Estas igrejas afirmam, juntamente com uma série de outros aspectos, que a maçonaria é incompatível com as suas filosofias religiosas.
  • Ankerberg alega que a existência de um "Deus maçônico" "prova" que o Grau do Real Arco - e por extensão toda a Maçonaria - é incompatível com o Cristianismo.
  • A Convenção Batista do Sul, em seu anual de 1993, menciona o nome Jahbulon como incompatível com o Cristianismo. O Staff da NAMB (North American Mission Board) da Convenção Batista do Sul, citando seu anual de 1993, menciona o nome Jahbulon como incompatível com o Cristianismo e comenta: "A prevalência da utilização de conceitos ofensivos, títulos e expressões como "venerável mestre" para o líder de um Loja; referências às suas construções como "mesquitas", "santuários", ou "templos"; e da utilização de Palavras como "Abaddon" e "Jah-Bul-On", o chamado secreto nome de Deus. Para muitos, esses termos não são somente ofensivas, mas sacrilégios".
  • Alguns ministérios cristão assumem a posição de que é um Jahbulon o nome de uma divindade pagã maçônico, e, por isso, viola o segundo mandamento "Não terás outros deuses diante de mim."
  • O grupo muçulmano, Missão Islã, afirma na sua página na Internet que "Maçons adoram secretamente um Deus-Diabo, conhecido como JAHBULON". e que existe uma ligação entre a maçonaria e o Dajjal, um equivalente muçulmano do Anticristo. A referência a Satanic Voices, de David Misa Pidcock, tem sido amplamente propagadas na Internet, na sequência dos acontecimentos do 11 de setembro de 2001.
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Mensagem Subliminar no Casseta & Planeta

A recreação Casseta & Planeta, preferiu colocar o foco político um pouco mais profético, e não só usou, mas abusou subliminarmente da grande meretriz (EUA).

No último dia 4 de maio, o programa apresentou um quadro da personagem Chicória Maria, interpretada por Helio de la Peña. Para entender melhor o que está acontecendo é preferível assistir primeiro o vídeo no link abaixo:

Tudo se ria bem, até que a notável diz:

“ É muita emoção gente. Eu estou aqui no alto do monte Everest. E vou deslizar nessa corda até o deserto do Saara. Tudo isso, sem mostrar a calcinha. ” (leia-se, sem se “ prostituir ” – sátira a grande meretriz)

Então, Chicória Maria desce do frio, e, atravessando o mundo em caos, chega no quente ( leia-se suposta mudança de clima). É como se tivesse passado um furacão e deixado a estrutura das nações toda modificada. A placa com o numero 5 é uma máscara para a ordem através do caos. Notem os símbolos que representam algumas nações: Muralha (China); Pirâmides (Egito); O Big Ben e a cabine telefônica (Inglaterra); Torre de Pisa (Itália ); Torre Eiffel ( França ); Cristo Redentor ( Brasil ); Sydney Opera House ( Austrália); Os países aparecem sufocando a natureza. E qual é o maior responsável por esse estrangulamento?? Ora, ele (EUA), que está bem ali, ao lado do caos (5) representado pela sua “deusa da libertinagem”. O Imperialismo capitalista industrial do tio Sam, é sem dúvida o maior responsável pela destruição ambiental e suposto aquecimento global.

I u queio qui ass naçoiens devio fazeio??? Ahhh…seu Creysson, a “única solução” , é seguir para o caminho esquerdo ( One Way), rumo ao comunismo socialista ambiental. Esse sim, é um sistema “ecologicamentio corrétio. “

Depois que Chicória Maria , percebe os problemas do mundo, e identifica o vilão. Ela não tem dúvidas, e vai visitá-lo.

“… Você vai ver também uma viagem fantástica, ao país mais rico do mundo. O Exótico Podre-de-Riquistão.

“Essa aqui é uma rua qualquer da capital do Podre-de-Riquistão. Para vocês terem uma idéia as calçadas são de ouro. E olha só gente, os postes são cravejados de diamantes e nos semáforos, as luzes verdes são feitas de esmeraldas, e as vermelhas são feitas de rubi. É muita ostentação gente. “

Associando o texto acima com a Palavra de Deus, temos:

E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição.E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas. E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra. Apoc 17: 1-4;15;18

“Este é um país tão rico, mas tão rico que só tem um mendigo. E o mendigo é o Bill Gates… “

Se o “tio Bill”, hoje o segundo homem mais rico do mundo, só perdendo para o mexicano Carlos Slim, é comparado como um mendigo diante do império de seu país, prefiro nem imaginar como é classificado um proletariado. Mas a intenção é mostrar a dimensão da fortuna da Babilônia.

O fato é que as nações do mundo não querem mais seguir o American Way of Life, que já entrou na fila da “aposentadoria”. Esse evento há muito tempo relatado na Bíblia, começou a ser anunciado em músicas, filmes e agora em programas de humor. Mais um indício que estamos na última geração.

A ostentação definitivamente não será o lema da “nova revolução dos bichos”. Chicória Maria diz nas entrelinhas: Gente, comunismo socialista ambiental bom, capitalismo ruim !!!

Mas sabemos como essa “revolução” terminará…, E que venha o novo “NapoLEÃO” !!!

Curiosidades…

Como detalhes são importantes!! Sabemos que o helicóptero representa um símbolo de poder e conseqüentemente uma “fonte de prestígio para determinados homens de negócios”. Ora…Ora, então temos a figura de uma aeronave de asas rotativas, que passa próximo do Big Ben. Um claro indício de onde virá NapoLEÃO, o futuro executivo mundial. E, assim como Bonaparte, o vindouro líder tem no Arco do Triunfo, um símbolo de sua vitória (contra a Babilônia), o qual aparece atrás da figurante. (fig i2)

Quando Chicória Maria diz:

“ Essa aqui é uma rua qualquer da capital do Podre-de-Riquistão ”. Obviamente, está se referindo a Washington, D.C. capital americana. No fundo desse quadro(fig i2), na direção do homem, possui uma arquitetura similar à Casa Branca, residência oficial do Presidente dos Estados Unidos. Do lado dessa obra entre outro prédio, aparece mais distanciada a Torre Eiffel também adornada de ouro. Isso é uma referência ao maçom Pierre Charles L’Enfant, um engenheiro francês, que foi contratado por George Washington ( também maçom) para criação da capital. É por isso que há vários símbolos dessa religião oculta (segundo Alberto Pike – Morals and Dogma) espalhados por toda a cidade, e também encontrados na nota de 1 dólar.

E o mais incrível está quase que imperceptível. No lado esquerdo superior do quadro temos o Cristo Redentor também adornado de ouro. Aí vem o dilema, pois alguns dizem que o Cristo Redentor foi um presente do povo francês. O mesmo teria sido feito na França e montado no Rio. Porém, segundo a publicitária carioca Maria Izabel Noronha, que fez o curta-metragem “Christo Redemptor” ( 16 mim. 2005 ), o Cristo foi moldado no local, com doações do povo brasileiro. Por que então, a tímida “presença” do “Cristo “na “ cidade de ouro”???

Ainda nessa imagem ( figura i2), na direção de Chicória Maria, o prédio que fica ao lado esq. da Torre Eiffel , possui uma sombra que lembra uma das torres de 11 de setembro, com o topo meio esfumaçado.

Em outra parte da cena, temos uma transição entre o Cristo Redentor e um templo Bahá’i que passa quase despercebida. Antes mesmo de ser construído, o Cristo redentor servia para dividir a opinião entre católicos e protestantes. Hoje, ele é visto como um símbolo da Igreja Católica. A construção de um templo Bahá’i unificaria os dois grupos, principalmente os falsos evangélicos, em um mesmo local de adoração.Isso fará (se DEUS permitir a construção desse templo) com que o Cristo Redentor tenha apenas um valor secundário.

E mesmo que de forma tímida, o condicionamento para o bahaismo já foi feito no ano passado quando a poderosa emissora carioca, a Rede Globo, apresentou uma reportagem sobre os jardins do Báb no monte Carmelo mostrando a paz e o amor global que circulam por lá. O Monte Carmelo será o local da cerimônia de posse do Executivo mundial ( vulgo Anticristo).

A preferência por montanhas na construção dos templos Baháis deixam no ar uma cheiro de conspiração sobre o futuro do Cristo Redentor que foi muito utilizada no filme 2012….

Obs.: Texto feito em parceria com uma irmã na fé que prefere manter o seu nome preservado.

Fonte: http://apocalipsetotal.wordpress.com/

Pedofilia Muçulmana

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", ou então o PT e demais organizações de esquerda no Brasil dão apoio integral ao mesmo (conforme nota do secretário geral do partido, Valter Pomar durante a época do conflito), o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

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A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O
Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo
Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.

"Nós estamos felizes em dizer a América que vocês não podem nos negar alegria e felicidade", Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.

Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas

As garotas na pré-puberdade, que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam
bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra", discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.

As fotos do casamento relatam o resto desta história sórdida:

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O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta Terra e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano,
três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

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A prática da pedofilia teria base e apoio do islã, pelo menos a sua leitura mais extrema e radical. O livro Sahih Bukhari (além do Corão, outra das fontes de grupos como o Hamas) em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda.

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Para finalizar, o vídeo abaixo traz informações sobre espancamentos realizados contra meninos no mundo muçulmano para
"estudarem melhor" - que incluem açoitamentos - escravidão de menores e a venda de meninas de 8 anos ou até menos como noivas no Sudão e em outras países da região. Tudo, com carimbo do islã radical:

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba. Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

Fonte: http://geracaodemartires.spaces.live.com

O mundo segundo a visão da Monsanto - final

Excelente documentário produzido pela autora do livro "O mundo segundo a Monsanto". Esse documentário mostra como essa multinacional está patenteando sementes transgênicas e introduzindo-as em países emergentes como o Brasil.

As sementes transgênicas da Monsanto sao resistentes somente aos pesticidas fabricados por ela própria. O maior exemplo é a soja transgênica, resistente ao "Roundup". Com o plantio de sementes patenteadas pela Monsanto, o pólen destas "contamina" outras variedades existentes na regiao, que passam a produzir sementes com as características das da Monsanto. Esta entao PROCESSA os produtores vizinhos e EXIGE legalmente destes o pagamento de royalties à empresa, POR ESTAREM PRODUZINDO sementes que sao patentes dela. Em resumo: a monsanto está rapidamente se tornando proprietária de uma vari edade enorme de sementes, seus laboratórios estao criando sementes patenteadas de TUDO, cereais, frutas, hortalicas, etc. BOICOTE TUDO que é proveniente de sementes da Monsanto. Os óleos de soja no Brasil contém soja transgênica da Monsanto, TODOS eles!

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O mundo segundo a visão da Monsanto


A Obscura História da Monsanto
A Monsanto é a maior produtora de herbicidas do mundo, e está entre as cem empresas mais lucrativas dos EUA. Apenas nos últimos dois anos, investiu US$ 6,7 bilhões na aquisição de outras companhias norte-americanas de sementes e biotecnologia, tornando-se a maior empresa do ramo. A Monsanto Chemical Company foi fundada em 1901, em Saint Louis, Missouri, Estados Unidos. Nos anos 20, se converteu num dos maiores fabricantes de ácido sulfúrico e de outros produtos básicos da indústria química. Desde a década de 40 até hoje sempre se manteve entre as dez maiores indústrias químicas dos Estados Unidos.

Em 1929 a Swan Chemical Company, adquirida pouco depois pela Monsanto, desenvolveu os bifenilos policlorados (PCBs) que foram elogiados por sua extraordinária estabilidade química e ininflamabilidade. Os PCBs, ou escarel, foram largamente utilizados como refrigerantes de equipamentos elétricos. Nos anos 60, os numerosos compostos da família dos PCBS da Monsanto foram usados como lubrificantes de ferramentas, revestimentos impermeáveis, refrigeradores de transformadores. Nos anos 30 já se tinha alguns indícios dos perigos dos PCBs. Nos anos 60 e 70 os cientistas apresentaram dados conclusivos: os PCBs e outros compostos organoclorados provocavam câncer e estavam relacionados com um conjunto de transtornos reprodutivos e imunológicos. O centro mundial de produção de PCBs era a fábrica da Monsanto em East Saint Louis. O lugar hoje é um subúrbio de empobrecimento crônico. A cidade tem a taxa mais elevada de morte fetal e de nascimentos prematuros do estado.

O Ascarel é proibido hoje no mundo, mas ninguém sabe o que fazer com as milhões de toneladas do produto estocadas por todo planeta. Há cerca de cinco anos a imprensa noticiou que favelados cariocas estavam pegando ascarel de um depósito e usando-o como óleo de cozinha! O herbicida conhecido como agente laranja foi usado pelos militares norte-americanas dos EUA para desfolhar as árvores da selva tropical do Vietnã durante a guerra nos anos 60. É uma mistura de dois tóxicos poderosos, o 2,4,5-T (ácido Triclorofenoxiacético) e 2,4-D (ácido Diclorofenoxiacético). Ele era fornecido por várias empresas, mas o da Monsanto era o mais poderoso por conter níveis maiores de dioxinas . As dioxinas, já se comprovou, são carcinogênicas e teratogênicas (gera fetos mal formados). Por conta desta eficiência, a Monsanto foi a principal acusada na demanda interposta pelos veteranos de guerra que, depois do conflito, apresentaram uma série de doenças atribuídas a exposição ao agente laranja.

É preciso observar que os militares prestaram serviço por no máximo um ano no Vietnã. Mas e os nativos da região? Estimativas dão conta da existência de mais de 500 mil crianças nascidas no Vietnã desde os anos 60 com deformidades relacionadas às dioxinas contidas no agente laranja. Uma ação judicial, motivada pela denuncia de trabalhadores ferroviários expostos a dioxinas em conseqüência de um descarrilamento, revelou a existência de dados manipulados. Um funcionário da Agencia de Proteção Ambiental Americana (EPA) concluiu que os estudos foram manipulados para apoiar a posição da Monsanto, que defendia que os efeitos das dioxinas limitavam-se à cloroacne (uma enfermidade da pele). A Monsanto teve que pagar US$ 16 milhões e se revelou que muito dos produtos da empresa, desde herbicidas caseiros estavam contaminados por dioxinas.

Em 1990, um memorando da Dra. Cate Jenkins, da EPA, dizia: "a Monsanto remeteu informações falsas à EPA."A empresa adulterou amostras de herbicida que remeteram ao Departamento do Ministério da Agricultura dos EUA para registrar o 2,4-D e vários clorofenóis; ocultou provas sobre a contaminação do Lysol, além de excluir centenas de seus antigos empregados enfermos de seus estudos comparados de saúde. O grande negócio da Monsanto são os venenos. Os herbicidas (eliminadores de ervas daninhas) a base de Glyphosate, caso do Roundup, representam mais de um sexto do total das vendas da empresa. A empresa faturou US$ 1,2 bilhão com a venda do Roundup.

A Monsanto fazia uma propaganda do Roundup onde dizia que ele era "biodegradável" e "inócuo para o meio ambiente". O Governo dos EUA obrigou a empresa a tirar estas expressões da propaganda e a pagar uma multa de US$ 50 mil. Em 1997,a empresa também teve que pagar US$ 50 mil por um processo que acusava-a de propaganda enganosa no tocante a biodegradação do produto. Em março do ano passado (1998) a Monsanto teve que pagar uma outra multa de US$ 225 mil porque colocou na etiqueta uma restrição de entrada de trabalhadores na área tratada em somente quatro horas, quando o certo seriam 12.

Além das já citadas, em 1986 a Monsanto pagou US$ 108 milhões por responsabilidade na morte de um trabalhador por leucemia. Em 1990, pagou US$ 648 milhões por não comunicar a EPA dados sanitários que lhe foram requeridos. Em 1991, pagou US$ 1 milhão por ter vertido 750 mil litros de água residual ácida no meio ambiente. Mais US$ 39 milhões em Houston (Texas) por depositar produtos perigosos sem isolamento.

Conforme a EPA, a Monsanto é a quinta maior empresa poluidora de águas dos Estados Unidos. Ela já lançou na terra, água, ar e subsolo, 166,8 milhões de toneladas de produtos químicos. A subsidiária da Monsanto, GD Searle, produz o adoçante artificial Aspartame, vendido sob o nome comercial de "Nutrasweet" e "Equal". Pois bem, em 1981, quatro anos antes da Monsanto comprar a Searle, a FDA (Agência que controla os alimentos e fármacos dos EUA) confirmou que "o Aspartame poderia induzir a tumores cerebrais". A FDA cancelou a licença de venda do Aspartame, mas um grupo nomeado pelo presidente Ronald Reagan anulou tal decisão. Um estudo mais recente, publicado no Journal of Neuropathology and experimental neurology, de 1996, voltou a citar a relação entre o aumento no número de cânceres cerebrais devido ao uso da substância.

A Searle/Monsanto também é fabricante do anti-úlcera Cytotec, que é popularmente (e perigosamente) utilizado como abortivo pela população. O primeiro produto geneticamente modificado que se comercializou no mundo é da Monsanto. O hormônio recombinante do crescimento, rBGH, ou, segundo seu nome em inglês, Bovine Somatropine, BST, pode ser encontrado no mercado (inclusive no Brasil) com o nome de Polisac. Ele foi idealizado para que as vacas produzam mais leite do que produziriam naturalmente. Espera-se que nas vacas que se injeta diariamente o BST haja um acréscimo de 10 a 20 por cento na produção. Mas são tantos os perigos reais associados ao seu uso que hoje ele é proibido no Canadá, União Européia e outros países. A etiqueta exigida pela FDA no rótulo do produto associa seu uso a 21 enfermidades das vacas, aí incluindo cistos nos ovários, desordens uterinas, redução do tempo de gestação, incremento da taxa de gêmeos, retenção da placenta...

O risco mais sério é o de mastite, ou inflamação do úbere. Uma vaca com mastite produz leite com pus que vai no leite. Aí o pecuarista apela para o uso de antibióticos que trazem problemas para os animais e enormes perigos sobre os seres humanos. Quando se injeta o BST na vaca, sua presença no sangue estimula a produção de outro hormônio, o Fator de Crescimento 1 (IGF1), uma variedade de insulina. Trata-se de um hormônio protéico que tanto vacas como seres humanos produzem naturalmente. Já se comprovou: o hormônio da Monsanto incrementa os níveis de IGF1 no leite das vacas. Dado que o IGF1 é ativo nos humanos, causando divisão das células, alguns cientistas supõem que a ingestão de leite tratado com altos níveis de BST, poderia dar passagem a uma divisão e crescimento incontrolado de células humanas.

Em outras palavras: câncer. Em 1993, a própria Monsanto admitiu que o nível de IGF1 no leite é incrementado em torno de cinco vezes quando se usa o BST. Em 1995 um estudo descobriu que o IGF1 promovia o crescimento de tumores cancerígenos em animais de laboratório. Em 1996 estudo da Universidade de Illinois, Chicago, mostrou que as concentrações de IGF1 que há no leite das vacas tratadas com o BST podem provocar câncer de mama e colo entre as mulheres que bebem este leite.

No início da década de 90 tais informações sobre os efeitos do hormônio da Monsanto eram conhecidas. E por isso os consumidores americanos provocaram uma espécie de boicote a este leite. Alguns pecuaristas responderam com uma produção de leite sem o uso do hormônio. E etiquetaram seus produtos com o alerta: leite sem BST. Em 1994, de uma forma bsolutamente fascista, a FDA, aliada a Monsanto, advertiu os pecuaristas de que não poderiam fazer tal lerta em seus produtos. A FDA argumentava que "virtualmente não existe diferença entre o leite BST e o normal". Até mesmo sorveterias que queriam excluir o leite tratado com BST foram advertidos pela FDA. O setor leiteiro norte-americano denunciou que a Monsanto minimizou, ocultou ou intentou ocultar os efeitos adversos do hormônio BST.

Em tempo: o presidente da CTNBio, aqui no Brasil, também afirma que "virtualmente" não há diferenças entre a soja transgênica e a não transgênica. A Monsanto lançou há poucos anos um algodão transgênico que é imune ao seu herbicida Roundup, o algodão RR. O produto foi um fracasso. As plantas não cresciam normalmente e os capulhos caíam antes do tempo. Alguns produtores tiveram perdas totais da colheita. Em 1997 os agricultores dos EUA apresentaram queixas ao governo. Em 1998, o Conselho de Arbitragens de Sementes do Mississipi determinou que o algodão transgênico da Monsanto "não havia se comportado como estava descrito na etiqueta das embalagens de sementes". Apesar do fracasso a Monsanto continua vendendo seu algodão mutante.

As plantações de colza resistentes ao herbicida Roundup representam a quinta parte dos cultivos no Canadá. Na primavera de 1997, duas variedades de colza RR tiveram que ser retiradas do mercado depois que um ensaio de qualidade revelou que na papelada apresentada ao Governo para regulamentação faltava listar material genético. No Brasil, após a aprovação da Lei de Cultivares, que instituiu o monopólio privado da propriedade das variedades vegetais no país, a Monsanto comprou, dentre outras, a empresa Paraná Sementes e a Agroceres. Formou, ainda, uma joint venture com a Cargill, consolidando sua supremacia entre as empresas produtoras de sementes no país.

O Mundo segundo a Monsanto"
um filme que denuncia a gigante dos transgênicos

PARIS, 11 Mar 2008 (AFP) - O documentário "O Mundo segundo a Monsanto", exibido nesta terça-feira pela TV franco-alemã Arte, traça a história da principal fabricante de organismos geneticamente modificados (OGM), cujos grãos de soja, milho e algodão se proliferam pelo mundo, apesar dos alertas de ambientalistas.


A diretora, a francesa Marie-Monique Robin, baseou seu filme - e um livro de mesmo título - na empresa com sede em Saint-Louis (Missouri, EUA), que, em mais de um século de existência, foi fabricante do PCB (piraleno), o agente laranja usado como herbicida na guerra do Vietnã, e de hormônios de aumento da produção de leite proibidos na Europa.

O documentário destaca os perigos do crescimento exponencial das plantações de transgênicos, que, em 2007, cobriam 100 milhões de hectares, com propriedades genéticas patenteadas em 90% pela Monsanto. A pesquisa durou três anos e a levou aos Estados Unido
s e a países como Brasil, Índia, Paraguai e México, comparando as virtudes proclamadas dos OGM com a realidade de camponeses mergulhados pelas dívidas com a multinacional, de moradores das imediações das plantações pessoas que sofrem com problemas de saúde ou de variedades originais de grãos ameaçadas pelas espécies transgênicas.

Robin relatou em entrevistas divulgadas pela produção do filme que tentou em vão obter respostas da Monsanto para todas essas interrogações, mas que a companhia decidiu "não avaliar" seu documentário. Um capítulo do livro, intitulado "Paraguai, Brasil, Argentina: a República Unida da Soja", relata o ingresso desse cultivo nesses países, que estão hoje entre os maiores produtores do mundo, por meio de uma política de fatos consumados que obrigou as autoridades do Brasil e do Paraguai a legalizar centenas de hectares plantados com grãos contrabandeados. A legalização beneficiou obviamente a Monsanto, que pôdo cobrar assim os royalties por seu produto.

Marie-Monique Robin é uma famosa jornalista independente, que, em 2004, gravou um documentário sobre a Operação Condor chamado "Esquadrões da Morte: A Escola Francesa"- para o qual entrevistou vários dos maiores repressores das
ditaduras militares dos anos 70.

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